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A era da Economia da Experiência Virtual

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2017 já está chegando ao fim e confirmou a tendência de mudanças aceleradas nas formas e hábitos de consumo. Estar ciente e a frente dessas tendências é uma forma de se manter na dianteira de um mercado em mudança constante. Segundo o site TrendWatching, 5 principais tendências balizam as inovações deste ano. Na reta final de 2017, podemos analisar se estas apostas se firmam e como lidar com elas daqui para o futuro. Para começar, vamos falar sobre Economia da Experiência Virtual.

Economia da Experiência e Economia da Experiência Virtual

O conceito de economia da experiência foi traçado em 1999 por dois pesquisadores de Harvard, Joseph Pine e James Gilmore. Após fazerem uma pesquisa sobre hábitos de consumo, eles concluíram que, hoje, é uma experiência memorável o que entrega valor aos clientes. Eles dividem as fases da economia em quatro estágios:

  • Economia agrária: onde o que importa são as commodities.
  • Economia industrial: o foco está no consumo de bens.
  • Economia de serviços: troca valor monetário por serviços de qualquer ordem
  • Economia da experiência: a experiência é tão ou mais importante quanto o produto.

Essa experiência, claro, estendeu-se do mundo real ao universo virtual. Tão importante quanto um bom atendimento e apresentação em uma loja, por exemplo, é a experiência do cliente em um site. Assim, chegamos a era da economia da experiência virtual.

Realidade virtual, aumentada e mista

Com um universo inteiro ao alcance do toque de um dedo e os celulares funcionando como verdadeiras extensões do nosso corpo, o universo virtual vem ganhando a mesma importância das vivências reais.

Somado ao avanço dos gadgets e da inteligência artificial, as realidades virtual, expandida e mista tem alterado o cenário da experiência virtual. Antes de definirmos esta última, é importante distinguirmos entre essas três tecnologias. A realidade virtual coloca o espectador em um universo de fantasia através de um aparelho. Dentro da realidade virtual, é possível viver em reinos imaginários ou viajar para um futuro utópico, vivendo experiências únicas.

Já na realidade aumentada, o espectador é imerso em uma simulação do mundo real, uma projeção da realidade. Ou seja, é possível chegar a Paris ou visitar um novo apartamento mesmo estando na sala da sua casa. Pode-se ver projetos inteiros a partir de plantas ou visualizar uma construção em cima de um terreno vazio. A realidade mista reúne essas duas possibilidades: você pode estar em um local real, como a França, mas ter um personagem te guiando ou inserir objetos em cena. Você pode visitar aquele apartamento e colocar ali objetos de decoração que você deseje.

Mas afinal, o que é a economia da experiência virtual?

O amadurecimento das realidades virtual e aumentada, aliadas ao avanço da realidade mista, tem convertido a moeda de troca da internet de informação em experiência. A medida em que essas tecnologias de imersão estão tornando-se mais acessíveis, podemos nos arriscar a dizer que experiência virtual está tomando a mesma importância da experiência real, para segmentos que vão muito além do serviço de atendimento ao consumidor.

Com a realidade mista, por exemplo, será possível fazer coisas como experimentar roupas antes de compra-las virtualmente, test drive de carros mais seguros que os testes de rua, experimentar a decoração antes de executa-la, entre tantas outras possibilidades.

Assim, o que antes se resumia ao contato face a face do consumidor com as marcas e produtos, hoje é um universo de possibilidades. Do SAC virtual, que pode ser executado por bots cada vez mais inteligentes, a gamificação, as experiências virtuais estão se ampliando e mesclando, cada vez mais, com as experiências reais. Por isso podemos dizer que a economia da experiência deu um passo a frente em direção a economia da experiência virtual.

Entre os fatores que podemos elencar para o avanço desta tendência, estão:

– Financeiro: atualmente, a realidade virtual já pode ser acessada a partir de um celular. Os aplicativos e gadgets de realidade aumentada não param de se desenvolver e baratear e a pesquisa em direção a realidade mista está de vento em popa. Com o barateamento destes recursos, o cliente ficará cada vez mais exigente dessas experiências completas no universo real e virtual.

– Temporalidade: a experiência virtual permite que você se desloque sem sair do lugar. Isso significa que não é necessário ter um mês de férias (nem pagar o valor equivalente a um mês viajando) para viver uma experiência de viagem. Isso também é útil em experiências de compras.

– Acessibilidade: no universo virtual, dificuldades físicas, de resistência ou saúde podem ser superadas. Assim, é uma possibilidade de ampliar as experiências para um grupo de pessoas que sempre viveu restrições. E isso é mais um motivo (e mais um grupo demográfico) abraçando esse tipo de experiência.

Possibilidades para o futuro

O filme Her traz uma versão de futuro onde as realidade virtual e o espaço real se misturam de forma indelével. Neste filme, o personagem principal passou por um divórcio doloroso e começa a se relacionar com um aplicativo de celular. Apesar de não apresentar um futuro antiutópico, o filme traz uma visão crítica desse mundo 100% ligado a realidade virtual e da nossa capacidade de vivenciar situações e relacionamentos.

Um outro exemplo da ficção, bem extremo, vem do seriado inglês Black Mirror. No episódio Be Right Back, a personagem principal, após perder o marido, passa se relacionar com uma versão virtual dele, baseada em suas memórias de redes sociais. Baseado em um história real, o episódio questiona os limites das experiências virtuais.

Os questionamentos de limites, éticos e técnicos da inteligência artificial e realidades virtuais, devem sempre pautar a discussão sobre o assunto. Mas se caminhamos para um universo em que as barreiras entre real e o virtual se misturarão indelevelmente, preparar-se para lidar com esses recursos é uma enorme vantagem competitiva.

Pensar sobre como esses recursos tecnológicos se aplicam ao nosso negócio e como podemos criar um diálogo coeso entre a experiência real e a experiência virtual é uma forma de colocar nossa marca um passo adiante da concorrência. Conseguir não apenas estar preparado para este novo cenário, mas adiantar-se a ele, aproveitando ao máximo os recursos disponíveis pode fazer com que surpreendamos o cliente e sejamos a marca do futuro antes mesmo que ele chegue.

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